05/03/2008

Sobem


Intermináveis escadarias de palavras soltas. Degraus certos de uma morte que chega como música a ouvidos surdos com o eco da vida. Ei-los nessa perpétua janela assomados em vagas crescentes, inertes, ausentes.

Jazem agora sobre o murmúrio que se esvai como a vida exangue que abandona o corpo demente. Já não há vida, já nada se sente.


Antes morrer, do que nunca ter vivido.

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